2010 é o ano do Flex

Acompanho o Adobe Flex desde 2006, na versão 1.0. Nesta versão, o Flex era fechado e caro. A compilação ocorria no servidor (java) e o preço dele bem salgado. Isso foi no tempo ainda da Macromedia, que vendo o grande produto que tinham em mãos, mudaram completamente o foco do Flex. Na versão Flex 2.0 beta 1, não era mais necessário utilizar um servidor Java. O próprio SDK compilava um arquivo SWF que poderia ser enviado a qualquer servidor. O SDK ficou gratuito e somente o “Macromedia Flex Builder’” era pago.

Após a aquisição da Adobe, os produtos Flex tornaram novamente um rumo muito bom, principalmente porque o SDK caminhava para o mundo open source. Hoje em dia, é possível ver o código fonte de um componente Flex, e aprender com ele.

Como pode-se perceber, o Flex passou por modificações profundas, de um standalone java caro para um SDK open source. E porque isso? Principalmente para ganhar mercado! E está conseguindo, pois a ascensão do Flex está muito grande! Duvida? Olhe as mensagens do grupo de discussão FlexDev. Nesse ano de 2009 batemos as 1000 mensagens por mês, e continuamos crescendo.

O que podemos esperar de 2010? Inicialmente a nova versão 4 do Flex, com diversas melhorias. Uma maior quantidade de pessoas trabalhando na área, além de uma maior quantidade de livros e artigos publicados. O Buzz aumenta e as empresas começam a olhar o Flex de uma maneira diferente.

O Flex deixa de ser uma tecnologia de poucos e passa a tornar-se usual. As empresas vão, a cada dia, buscar mais e mais profissionais que dominam o Flex, e os empregados que “plantarem” esta semente onde trabalham, vão sair na frente, mostrando visão de mercado e domínio do “novo”.

Alias o domínio do “novo” é uma das chaves principais do sucesso de um empregado. Nunca agarre-se a uma tecnologia por muito tempo. Conheço pessoas que só dominam o Delphi até hoje, e a visão dos gerentes frente a elas é que são peças descartáveis, que não geram lucro tácito (conhecimento) para a empresa.

Olhando para 2010 eu vejo o Flex como uma tecnologia brilhante. É a única que cumpre o papel do desenvolvimento de sistemas para a web, que é compatível com PHP, Java, .Net, ASP etc. Funciona em todos os navegadores sem apresentar diferenças visuais. É gratuita, open source, e possui uma comunidade empolgante, que gera conteúdo em diversos blogs e ajuda os outros nos grupos de discussão.

Como começar?

A melhor forma de começar a aprender uma tecnologia é vê-la na prática. Mesmo que não saiba nada de Flex, acesse www.flex.org e clique em “Tour de Flex”:

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Instale este aplicativo que contém diversos exemplos envolvendo os componentes do Flex. Veja cada exemplo, cada código. Tente entender um pouco cada componente e veja como ele se comporta em relação ao código.

Após ver os exemplos, você pode começar a fazer algo. Então instale o Adobe Flex Builder, com uma versão de avaliação de 60 dias. Nestes 60 dias, estudando um pouco a cada dia, você ficará tão a vontade com a tecnologia Flex que poderá migrar desta versão paga para outra gratuita, como o Flash Developer, ou Eclipse.

Ok, eu já conheço Flex, como ampliar meu domínio ?

Agora, para se aprofundar definitivamente no Adobe Flex (ficar fera!!), acesse a documentação oficial do Flex. Aqui você encontra tudo que precisa para conhecer todos os conceitos do Flex, e poder criar aplicações de verdade! Leia principalmente: Flex 3 Developer Guide e Programing Action Script 3.0.

Minha empresa desenvolve sistemas, o que eu faço?

Plante a semente. Faça alguma aplicação pequena e apresente-a. Mostre os pontos positivos e claro, os negativos. Mostre preços e principalmente, mostre que a comunidade está crescendo, que você não está sozinho, que o Flex não está sozinho.

Minha empresa já usa Flex!

Ótimo. Amplie os seus horizontes, leia a documentação, estude Orientação á Objetos, e destaque-se. Aprenda a criar componentes em Flex, a gerar gráficos e relatórios. Destaque-se entre os “acomodados”.

Eu estou desempregado

Se você é desenvolvedor e atualmente está procurando emprego, o mercado Flex tende a crescer muito em 2010. Mas é fundamental conhecer outras tecnologias que se juntam ao Flex, como o Java ou PHP.

Conheça "Dominando Flex e Zend"

Neste post iremos conhecer um pouco do novo livro de Daniel Schmitz. Após um grande sucesso do 2o livro, Desenvolvendo sistemas com Flex e PHP, o 3o livro sobre Flex aborda a evolução do desenvolvimento de sistemas com Flex e PHP.

Esta evolução converge para o uso das bibliotecas do Zend Framework, como o Zend_AMF e o Zend_DB. No Flex, a novidade principal é a utilização do Flex versão 4! O Flex 4 está na versão Beta 2 (codnome Gumbo) e provavelmente será lançado no primeiro trimestre de 2010.

Agora vamos comentar um pouco sobre o livro. Primeiramente, quais serão as tecnologias abordadas:

  • Adobe Flex 4
  • Adobe Flash Builder (antigo Adobe Flex Builder)
  • Zend Server e WAMP Server
  • Zend Studio e Eclipse PDT, ambos integrados ao Adobe Flex Builder
  • Zend Framework, incluindo uma estrutura de pastas integrada simulando o modelo de desenvolvimento MVC

Com o novo Adobe Flash Builder, abordamos as diferenças em relação a versão antiga, e as novas funcionalidades e janelas. Não pode ficar de fora todos os conceitos necessários para debugar a aplicação no Flash Builder.

Quando conectamos o Flex e o PHP, usando o Zend_AMF, também abordamos diversos conceitos. Inicialmente criamos uma estrutura de pastas e os arquios principais, como o gateway.php, services-config.xml, Server.as e ControllerBase.php. Todos com suas funcionalidades bem explicadas. Falando nisso, todo  o código está devidamente comentado, através de um método de marcação que irão adorar. Vejam:

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Ou seja, as marcações não são feitas linha a linha (muito cansativo) e também não estão soltas. Quando lemos uma frase, sabemos exatamente em qual parte do código estamos abordando.

Após rever as principais funcionalidades do Flex e do Zend Framework, partimos para dois sistemas bem legais. O primeiro é o FlexTwitter, uma aplicação que conecta na API do Twitter através do Zend_Service_Twitter, provendo diversas funcionalidades legais. As imagens a seguir mostram o esboço e a aplicação pronta.

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Na próxima aplicação, criamos um sistema chamado BugTracking, um simples sistema de cadastro de bugs. Neste sistema mostramos tudo que é necessário para conectar no banco de dados e realizar operações como inserir e consultar dados, sem utilizar SQL. Usamos o Zend_DB para isso, provendo persistência de dados integrado ao Flex. Vejam o esboço da tela e o resultado final.

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Ainda neste sistema, vemos como usar o Zend_ACL para prover autorização aos usuários logados. Após a criação do sistema abordamos os relatórios e suas diversas soluções.

No final do livro, abordamos as soluções alternativas, usando o WAMP Server e o Eclipse PDT.

Então é isso pessoal. Eu tenho certeza que irão gostar do livro, porque ele está melhor que o 2o e super atual. Sem falar no pós venda, com contato direto comigo por email, para resolvermos todos os problemas que possam surgir.

Erro no método CloseMe()

Pessoal,

 

o Fernando Piovezan me alertou sobre um pequeno erro no capítulo 5 (Desenvolvendo sistemas com Flex e PHP), ao referir a função CloseMe(), que deveria estar no FormBase.as.

 

Este método não saiu no livro, mas está no codigo fonte do capítulo 5.

 

O método é o seguinte (FormBase.as):

 

public function CloseMe() : void
            {
                PopUpManager.removePopUp(this);
            }

 

Valew Fernando pela ajuda !!

Estatísticas da pré venda do livro Dominando Flex e Zend

Durante o cadastro da pré venda (ainda há tempo) fiz algumas perguntas às pessoas interessadas em participar da pré venda, e tive uma ótima surpresa ao ver que todos responderam as perguntas, sem exceções.

O resultado foi tão positivo que decidi publicar um resumo das perguntas feitas, que são exibidas a seguir:

Total de pessoas: 150

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Observações:

    • A soma de algumas porcentagens ultrapassam 100% porque pode-se escolher vários itens.
    • Estatíticas by Google (valeu google!!)